
Retirado do Livro Magia Angelical / Francisco Marengo e Giselle Galvão
O que é um Anjo?
Por volta do século 200 a.C. os rabinos hebreus começaram a traduzir o Velho Testamento do Hebraico para o Grego. Esta tradução ficou conhecida como Septuagésimo, ao qual por sua vez foi traduzida ao Latim, em cujo idioma se conheceu como A Vulgata. Foi da Vulgata que se traduziram as Sagradas Escrituras aos demais idiomas.
Quando o Velho Testamento foi traduzido para o Grego, esta era a linguagem mais comum na época. A palavra anjo em hebraico é "malakh" e os tradutores bíblicos encontraram duas palavras gregas que podiam ser usadas na tradução. Umas delas, "angelos", significava um mensageiro comum, não necessáriamente angelical. A outra palavra, "daimon", designava um espirito que podia influenciar para o bem ou para o mal de uma pessoa. Por exemplo, o grande filósofo Sócrates acreditava ter um excelente "daimon" como seu guia. Mas, pelo fato de "daimon" significar também um espirito malígno, os tradutores bíblicos optaram por usar a palavra "angelos" como tradução perfeita para "malakh" ou mensageiro divino.
De "angelos" derivou-se a palavra "anjo" que hoje usamos comumente para definir as entidades celestiais. Com o transcorrer do tempo a palavra Grega "daimon" passou a representar sommente os espiritos maléficos, e foi assim que a palavra demônio foi acrescentada ao nosso vocabulário. A palavra Grega "euxosia", proveniente dos Coros Angelicais, utilizada na versão Grega do Novo Testamento para indicar os anjos, é traduzida às vezes como "poderes" e outras como "virtudes". São Paulo, por exemplo, utilizava esta palavra quando se referia aos anjos.
Fonte: Livro Magia Angelical
Francisco Marengo e Giselle Galvão
Editora Corpomente/Curitiba-PR
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